DO NADA...
Do nada, somente do nada...
Das profundezas de um ser,
Sensações indizíveis e inimagináveis,
É impossível descrever
O que passa em um organismo
Reações químicas e físicas
Cérebro em pânico,
A adrenalina no sangue
O pulsar das veias
As têmporas latejando
Os extremos pulsando
As almas se mesclando indubitavelmente
Não há como escapar
Não há como fugir
Uma prisão desejada e sem retorno
Como o descarrilar de um trem, quem segura?
Quando começa não volta
O fim disso?
Mistério, somente mistério...
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